O PRS, não se diz contra à nomeação do presidente interino, porque é a Constituição que o exige, mas considera que esta nomeação devia ser adiada esperar que a situação se acalme.
Esta precipitação é uma das razões do boicote da última sessão parlamentar dedicada ao duplo assassinato de Nino Vieira e do chefe de Estado Maior das Forças Armadas, o general Tagme Na Waie.
A sessão parlamentar foi convocada algumas horas depois da morte de Vieira. A decisão da nomeação do presidente interino, foi tomada após uma votação no Parlamento com 67 deputados do Partido africano da Independência da Guiné e do Cabo Verde (PAIGC, no poder) contra 28 do PRS.
O PRS, condena veementemente os dois assassinatos qualificando-os de actos de terrorismo. E exige que a comissão de inquérito criada pelo governo possa fazer correctamente o seu trabalho, em colaboração com a comunidade internacional para prender os culpados.
Além disso, o PRS saúda as recentes declarações proferidas em Lisboa pelo Presidente angolano, José Eduardo dos Santos, que reafirmava a vontade do seu país a participar na ajuda internacional para encontrar os assassinos do falecido Presidente Vieira e do chefe do Estado Maior das Forças Armadas Tagme Na Waie.
O Presidente Nino Vieira, foi assassinado na sua casa no dia 2 de março, algumas horas depois da morte do general Tagme Na Waie morto num atentado com bomba no seu escritório no Estado-Maior das forças armadas.
Fonte: Apanews.
Edição: Africamania.com.pt
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