Trata-se de acções em matéria de água e protecção do ambiente para 25 milhões de euros, uma linha humanitária de 25 milhões de euros e 10 milhões de euros dedicados um feixe de projectos cuja execução cabe à organizações não governamentais.
“Este plano permitirá agir sobre as causas profundas da insegurança alimentar e das mudanças climáticas, de relançar a agricultura, lutar contra a desertificação, promover uma gestão adaptada dos recursos hídricos” explicou a Sra. de la Vega.
Permitirá também, acrescentou, favorecer a comercialização dos produtos da pesca e da agricultura bem como as energias renováveis.
A Sra. de Vega sublinhou que o seu governo atribui uma grande importância à sua cooperação com a África, que atesta, de acordo com ela, o comportamento do encontro das mulheres da África e da Espanha bem como a adopção do plano 5+1.
“Contudo o impacto das mudanças climáticas na segurança alimentar, o aumento dos preços dos géneros de primeira necessidade constitui uma preocupação que merece uma resposta internacional”, afirmou.
“A Espanha quer acompanhar os países da África subsariana para fazer face à esta situação. Porque sempre apoiei que a África não é um continente pobre, mas empobrecido”, insistiu.
Entre as causas do empobrecimento da África, a Vice-Presidente do governo espanhol, citou nomeadamente os conflitos e as desigualdades. 400 mulheres da África e da Espanha iniciaram segunda-feira o conclave de dois dias sobre “o autonomisação das mulheres”.
Fonte: Apanews.
Edição: Africamania.com.pt. |