A última vez que Katoucha foi vista com vida, foi quinta-feira, dia 31 de Janeiro, quando ela foi jantar no Costes, um restaurante do 1ª distrito parisiense em companhia de três amigos.
Neste jantar, uma boa quantidade de álcool teria sido consumido (duas garrafas de vinho e uma garrafa de champanhe).
Katoucha queixando-se de dores na coxa, teria ido procurar caixas de medicamentos que os seus amigos lhe desaconselharam para tomar.
A pergunta é : Tomou ou não tomou os medicamentos? Não há resposta até ao momento, mas segundo os empregadados de mesa, ela não estava no seu estado normal quando deixava o restaurante porque ela titubeava.
Depois de ser acompanhada por volta de uma hora de madrugada no barco onde vivia com o seu companheiro, Katoucha nunca mais foi vista com vida.
Segundo a autópsia, Katoucha tinha uma taxa de alcoolemia de 1,22 g/litro de sangue, mas não foi detectado nenhum vestígio de substâncias medicamentosas ou narcóticas.
Um vizinho de Katoucha que ocupa o barco situado perto ao dela afirmou " não ouvir nada cair na água " e de a ter ouvido falar que " ela tinha frio " por duas vezes.
O Doutor Ousmane Sèye, advogado que defende os interesses da família de Katoucha declarou aos meios de comunicação social senegaleses que a tese do acidente tinha sido afastada, e que é a tese do homicídio voluntário que esta agora privilegiada pela polícia.
De acordo com as suas palavras, Katoucha " foi sequestrada antes de ser assassinada e atirada no rio sena ". |