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KATOUCHA NIANE - TOP MODEL

Será que a ex. manequim morreu mesmo acidentalmente?

 
 
Katoucha 12 de Dezembro de 2007
Foto: Site Oficial Katoucha

Lisboa, 06 de Maio de 2008.

A família de Katoucha Niane nunca acreditou na tese do acidente. Roland Dumas, antigo ministro dos negocios estrangeiros e advogado da família, formulou a queixa no dia 7 de Março de 2008 por " homicídio volontário". E também reflectiria a hipótese de uma queixa por " não assistência à pessoa em perigo".

O saco de Katoucha tinha sido encontrado seco enquanto que era suposto ela ter passado a noite debaixo da chuva, o seu corpo, também suposto ter passado um mês na água, estava quase intacto, e na noite a seguir o seu desaparecimento, ela tinha recebido os eus "cachets".

Em todo caso, todos os elementos foram julgados suficientemente desconcertantes para que seja designado um juiz de instrução .

 

A última vez que Katoucha foi vista com vida, foi quinta-feira, dia 31 de Janeiro, quando ela foi jantar no Costes, um restaurante do 1ª distrito parisiense em companhia de três amigos.

Neste jantar, uma boa quantidade de álcool teria sido consumido (duas garrafas de vinho e uma garrafa de champanhe).

Katoucha queixando-se de dores na coxa, teria ido procurar caixas de medicamentos que os seus amigos lhe desaconselharam para tomar.

A pergunta é : Tomou ou não tomou os medicamentos? Não há resposta até ao momento, mas segundo os empregadados de mesa, ela não estava no seu estado normal quando deixava o restaurante porque ela titubeava.

Depois de ser acompanhada por volta de uma hora de madrugada no barco onde vivia com o seu companheiro, Katoucha nunca mais foi vista com vida.

Segundo a autópsia, Katoucha tinha uma taxa de alcoolemia de 1,22 g/litro de sangue, mas não foi detectado nenhum vestígio de substâncias medicamentosas ou narcóticas.

Um vizinho de Katoucha que ocupa o barco situado perto ao dela afirmou " não ouvir nada cair na água " e de a ter ouvido falar que " ela tinha frio " por duas vezes.

O Doutor Ousmane Sèye, advogado que defende os interesses da família de Katoucha declarou aos meios de comunicação social senegaleses que a tese do acidente tinha sido afastada, e que é a tese do homicídio voluntário que esta agora privilegiada pela polícia.

De acordo com as suas palavras, Katoucha " foi sequestrada antes de ser assassinada e atirada no rio sena ".

 
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