"Nós reconhecemos, no Brasil a sua inteira disponibilidade e a sua capacidade de ser membro permanente do Conselho de Segurança" da ONU, disse o dirigente marroquino, após a primeira sessão da comissão mista marroquino-brasileira.
O responsável brasileiro, quanto à ele, reiterou a posição do seu país sobre a questão do Sahara Ocidental, que já dura 33 anos. Ele apoia os "esforços" do Secretário-Geral das Nações Unidas para "um diálogo aberto sobre todas as questões."
As negociações sobre o Sahara, entabuladas sob os auspícios da Organização das Nações Unidas em junho de 2007, tropeçam em posições opostas de Marrocos, que propôs um plano de autonomia para o território, e a Frente Polisário, que apela para um referendo de "autodeterminação" julgado "inviável" por parte do Reino Marroquino.
O Marrocos, é confortado no seu plano de autonomia, especialmente pelas recentes posições do mediador da ONU no Sahara, Peter Van Walsun, e do presidente americano George Bush, que considerou de "irrealista" a opção da independência do Sahara.
Fonte: Apanews.
Edição: Africamania.com.pt