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GUINÉ - SOCIAL

Depois da polícia, funcionários na Guiné em greve

 
 
 

Conakry (Guiné) - 16 de Junho de 2008

Após os serviços de polícia, é a vez da Alfândega começar uma greve geral, exigindo um aumento de salários e melhores condições de vida e de trabalho, aprendeu APA no local.

Os funcionários suspenderam qualquer atividade está segunda-feira, tanto nas fronteiras terrestres, marítimas e aereas.

Na tarde de segunda-feira, os funcionários do porto autónomo de Conakry (PAC) parou o serviço e colocou uma barricada para impedir qualquer acesso ao porto.

 
 

Os funcionários, que decidiram juntar-se aos seus camaradas da polícia, elaboraram uma plataforma de crédito, que apresentaram segunda-feira ao Director Nacional das Alfândegas, Fouad Olga Syradin.

Os grevistas exigem, nomeadamente, uma melhoria das suas condições de vida, e também um aumento de salários.

A greve dos policiais e funcionários segunda-feira, segue-se um motim por parte de soldados que exigem para cada um, no valor de cinco milhões de francos guineenses.

Este último foi premiado com o primeiro dia da sua revolta, os protestos de novo primeiro-ministro Ahmed Tidiane Souaré, para satisfazer o crédito relativo ao pagamento desses 5 milhões de euros.

Eles também obtiveram a demissão do Ministro da Defesa, Major-General Bailo Amadou Diallo.

O chefe de Estado, o general Lansana Conté satisfez os rebeldes, deu também um aumenta salarial aos soldados.

Fonte: Apanews.

Edição: Africamania.com.pt.

 
 
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