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ÁFRICA DO SUL - ZIMBABWÉ - DIPLOMACIA |
Mbeki deve aguardar as pressões do G-8 para as sanções contra Harare |
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Pretória (África do Sul) - 8 de Julho de 2008
Os líderes das oito nações mais industrializadas do mundo (G-8) devem, na sua reunião, que continua o seu trabalho na cidade do litoral japonês Toyako, devem acentuar a pressão sobre o Presidente Thabo Mbeki, mediador na crise que surgiu a partir da reeleição do contestado Robert Mugabe.
Thabo Mbeki fez precipitadamente em Harare, sábado, para encontrar um terreno comum entre Mugabe e Morgan Tsvangirai, o líder do Movimento para a Mudança Democrática (MDC), contestando a reeleição do seu adeversario.
Tsvangirai, mas não compareceu à reunião, alegando que o local escolhido para este encontro não foi neutro e ainda não tinha sido reconhecido como o vencedor das eleições de 29 de março.
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Alguns governos ocidentais se recusaram a reconhecer a vitória de Mugabe na segunda volta das eleições presidenciais, e a União Europeia ainda exige que Morgan Tsvangirai lidere o governo de unidade nacional proposto.
A Chanceler alemã Angela Merkel afirmou que os dirigentes do G-8 irão discutir formas e meios para endurecer as sanções contra o Zimbabwé, uma iniciativa que se opõe à África do Sul no âmbito do Conselho de Segurança das Nações.
"Espero que venhamos a ter também o apoio dos nossos colegas Africanos presentes nesta cimeira", disse Merkel segunda-feira, ao radiodifusor público da África do Sul (SABC), uma declaração que é visto como uma pressão sobre Mbeki, durante a conferência.
A União Africano tinha chamado a semana passada a uma partilha de poder no Zimbabwé, após a sua Cimeira de Sharm el Sheikh, Egito. Tsvangirai rejeitou a proposta, argumentando que não iria pôr fim à violência ou reconhecer a vitória do MDC nas presidenciais a 29 de março.
Fonte: Apanews.
Edição: Africamania.com.pt. |
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