Este número é quatro vezes menos que o número de médicos recomendado pelas autoridades sanitárias internacionais, afirmou.
Covane confiou igualmente aos jornalistas que o Moçambique tenciona formar mais médicos à nível da sua maior instituição, a Universidade Eduardo Mondlane.
“Moçambique recruta apenas especialistas e queremos ter pelo menos um médico em cada um dos 128 distritos do país”, acrescentou.
“Até agora, temos apenas 889 médicos para uma população de 20 milhões de habitantes, enquanto que a Organização mundial da saúde (OMS) recomenda 1 médico para 1000 habitantes”, recordou.
O défice penetrante de médicos e um aumento do número de doentes cujo muito sofre de SIDA, eatá na origem da crise ao nível dos hospitais públicos e das clínicas em Moçambique.
Cerca de 16% dos adultos em Moçambique, incluindo vários trabalhadores sanitários, seriam portadores do vírus da SIDA.
Fonte: Apanews.
Edição: Africamania.com.pt |